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Marcos Teixeira Maciel Leite
Advogado · OAB/MG 63.706
Logotipo Marcos Teixeira Maciel Leite, advogadoMonograma MTL de Marcos Teixeira Maciel Leite

Você saiu do emprego e desconfia que recebeu menos do que devia

Existe prazo para cobrar

Analiso o que a empresa deixou de pagar e digo, com clareza, o que dá e o que não dá para cobrar. Juiz de Fora, Zona da Mata e Sul de Minas.

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Advogado há 33 anos · Escritório no centro de Juiz de Fora

O prazo para reclamar na Justiça do Trabalho

A lei fixa dois prazos. Depois de sair da empresa, você tem dois anos para entrar com a ação. Dentro desse processo, só podem ser cobrados os cinco anos anteriores ao ajuizamento.

Na prática, isso significa que cada mês de espera pode custar um pedaço do que seria devido. Passados os dois anos, o direito de reclamar se perde por inteiro, ainda que a dívida tenha existido.

Se você ainda está na empresa, o prazo não começou a correr. Mas a prova do que acontece no dia a dia, como mensagens, escalas e testemunhas, é mais fácil de reunir agora do que depois.

Como eu posso ajudar você

Começa sempre pela mesma coisa: entender o que de fato aconteceu no seu contrato de trabalho antes de falar em processo.

Análise do que foi pago

Examino rescisão, holerites e carteira para identificar o que a empresa deixou de pagar e o que já foi quitado corretamente.

Ação trabalhista

Reúno documentos e testemunhas, ajuízo a reclamação e acompanho o processo e as audiências até o desfecho.

Orientação antes de decidir

Digo com franqueza quando o caso é frágil ou quando o acordo oferecido já é razoável. Nem toda situação compensa virar processo.

Dúvidas de quem ainda trabalha

Orientação sobre jornada, função, registro e desligamento para quem ainda está na empresa e quer entender a própria situação.

Situações que costumam chegar até mim

Se alguma delas se parece com a sua, vale conversar antes que o prazo avance. A primeira conversa serve para entender o caso, não para prometer resultado.

Saiu da empresa e a rescisão não fechou

Valores que não batem, verbas que não aparecem no termo ou pagamento feito fora do prazo legal.

Horas trabalhadas que não entraram na folha

Jornada além do contratado, intervalo não concedido, trabalho em domingos e feriados ou banco de horas que nunca fechou.

Trabalhou sem registro em carteira

Contratação informal, registro feito depois do início real ou salário pago em parte por fora.

Demissão por justa causa que você contesta

Justa causa aplicada sem fato que a sustente, sem apuração ou de forma desproporcional ao ocorrido.

Adoeceu ou se acidentou no trabalho

Afastamento, doença relacionada à função, acidente no serviço ou no trajeto e dúvidas sobre estabilidade.

Pediu demissão sob pressão

Pedido de demissão assinado por orientação da empresa, acordo feito sem explicação ou documento assinado sem leitura.

Como eu conduzo o trabalho

I

Conversa inicial

Você conta o que aconteceu e eu digo o que precisa ser verificado. Sem compromisso de ajuizar nada nessa etapa.

II

Análise dos documentos

Examino carteira, holerites, termo de rescisão e o que mais existir. Daí sai um retrato honesto do que é cobrável.

III

Decisão sobre entrar ou não

Explico os caminhos possíveis, o que cada um exige de prova e o que pode não se confirmar. A decisão é sua.

IV

Processo e audiências

Ajuízo a ação, acompanho as audiências e mantenho você informado em cada etapa, inclusive sobre propostas de acordo.

Marcos Teixeira Maciel Leite, advogado, de terno escuro e gravata, em seu escritório

Marcos Teixeira Maciel Leite

Advogado · OAB/MG 63.706

Sou advogado há trinta e três anos e atuo na Justiça do Trabalho de Juiz de Fora, da Zona da Mata e do Sul de Minas. Conheço a rotina das varas e sei o que cada tipo de pedido exige de prova.

Atendo pessoalmente cada cliente, do primeiro contato ao acompanhamento do processo. Quem responde a sua mensagem sou eu.

Atuação
Direito do Trabalho, Previdenciário e Direito Rural
Escritório
Rua Halfeld, 414, sala 906, Centro, Juiz de Fora/MG
Abrangência
Juiz de Fora, Zona da Mata e Sul de Minas

Dúvidas frequentes

Saí da empresa faz tempo. Ainda dá para reclamar?

Depende de quando o contrato terminou. O prazo para ajuizar é de dois anos contados da saída, e dentro do processo só entram os cinco anos anteriores ao ajuizamento. Com a data de saída em mãos eu digo na primeira conversa se ainda há prazo.

Preciso de quais documentos para a primeira conversa?

O que você tiver: carteira de trabalho, termo de rescisão, últimos holerites, contrato e comprovantes de depósito. Se não tiver nada guardado, ainda assim dá para conversar. Parte dos documentos pode ser obtida depois, inclusive dentro do processo.

Trabalhei sem registro. Isso atrapalha?

Não impede. A relação de emprego pode ser reconhecida por outros meios de prova, como testemunhas, mensagens, escalas, uniformes, crachás e comprovantes de pagamento. O que muda é o peso que a prova precisa ter.

Assinei o termo de rescisão. Perdi o direito de reclamar?

Não necessariamente. A assinatura do termo quita as verbas ali discriminadas, mas não impede a discussão do que ficou de fora ou foi pago a menos. Há exceções, como o acordo homologado em juízo ou o plano de demissão com quitação ampla, e é isso que se verifica na análise.

Meu caso tem chance?

Essa é a pergunta que a análise responde, e a resposta honesta às vezes é não. Nenhum advogado pode garantir resultado, e desconfie de quem garantir. O que eu faço é dizer o que a prova disponível sustenta e o que ela não sustenta, antes de você decidir.

Ainda estou trabalhando. Posso ser demitido se procurar um advogado?

A consulta a um advogado é protegida por sigilo profissional e a empresa não é informada. Procurar orientação sobre a própria situação não é causa de demissão, e muitas conversas terminam sem nenhuma medida judicial.

Você atende fora de Juiz de Fora?

Sim, na Zona da Mata e no Sul de Minas. Faço parte do atendimento à distância e me desloco quando o ato processual exige presença.

Conte o que aconteceu no seu trabalho

Eu mesmo leio e respondo as mensagens. Se tiver a carteira de trabalho e o termo de rescisão em mãos, já ajuda na primeira conversa.

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Rua Halfeld, 414, sala 906, Centro, Juiz de Fora/MG
WhatsApp (32) 99962-1074